Vacinas contra COVID-19, febre amarela e hepatite estão entre as mais exigidas para quem vai viajar

13/01/2023

Planejar uma viagem é muito mais que definir destino e fazer as malas. Dependendo de onde se deseja chegar, é preciso estar atento às exigências sanitárias de cada país ou cidade. Entre os destinos mais procurados pelos brasileiros estão Miami, nos Estados Unidos, e Lisboa, em Portugal.

Os dois países exigem comprovante de vacinação contra COVID-19. Para entrar nos Estados Unidos, é preciso atestar que o passageiro completou o esquema vacinal 15 dias antes do embarque. Já a União Europeia (UE), bloco do qual Portugal faz parte, pede a conclusão do primeiro ciclo vacinal há pelo menos 270 dias, com um imunizante aprovado pela UE ou Organização Mundial da Saúde (OMS).

Outra imunização bastante exigida dentro e fora do país é contra a febre amarela. No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda que ela seja aplicada em quem deseja visitar o Norte, Centro-Oeste, parte do Nordeste, Minas Gerais, Noroeste de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. “O viajante deve se vacinar contra a doença pelo menos 10 dias antes de embarcar. Imunizantes como este, contra COVID-19 e demais doenças também estão disponíveis na rede privada, na qual o cliente pode optar pelo serviço em domicílio”, afirma Dr. Gustavo Campana, Vice-Presidente Médico do Grupo Alliar, uma das principais redes de laboratório do país.

A vacina contra Hepatite A é indicada para quem vai para a Índia e outros países asiáticos, além de cidades litorâneas com saneamento básico precário, assim como o imunizante contra febre tifoide. Além disso, dependendo do destino, é necessário o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP). No portal CIVNET é possível verificar a exigência de cada país e como e onde tirar a certificação.

“Além da vacinação, é importante que o viajante procure um médico com pelo menos um mês de antecedência para verificar seu estado de saúde. Dessa forma, se tem o tempo necessário para a realização de exames e tratamentos, caso seja necessário”, completa Campana.

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